Posts Tagged ‘ Críticas ’

Apenas um oi e algo mais

Olá, prazer em falar com vocês que estão me lendo agora, meu nome é Luís Eduardo e sou o novo colunista do Reino das Fábulas. Venho aqui assumir um pequeno cargo que será dividido, um cargo agradável e, ao mesmo tempo, ingrato – o de um “crítico social” (parece mais importante quando você fala, mas não creio que ajude tanto na sociedade que critica). Agradável, sim, afinal, quem não gosta de escrever o que lhe vem a cabeça? Apenas escrever, sem estar preocupado com normas mais rígidas de formatação de texto, como numa redação. Mas, ao mesmo tempo, caro leitor, ingrato, afinal, a minha função é criticar, apontar falhas, reclamar daquilo que desagrada; e, por mais que seja bom deixar registrados minhas reclamações, a menos que eu exerça a função dum cavalo com cabresto, nunca irei agradar a todos (e, mesmo se eu exercesse a função dum cavalo com cabresto, eu não iria agradar a todos).

Apresentações feitas, então vamos ao “algo mais” do título. Entro com uma certa obrigação de apontar alguma falha de nossa sociedade nesse parágrafo – o que, tecnicamente, não é difícil, se a vida em países do dito “primeiro mundo” tem vários pontos que poderiam ser apontados como falhas homéricas, imagine nós, pobres sub-primos nesse modelo socioeconômico sem uma razão palpável de existir além dele mesmo? Nos Estados Unidos se fala da poluição em grandes centros urbanos, aqui, em terras de Cabral (e Cachoeira), temos que contornar buracos literais antes de chegar no ponto da liberação exagerada de CO2. É como no filme de Jorge Furtado, “Saneamento Básico”, onde o município reserva verba para o desenvolvimento de cinema de ficção, mas não tem verba para fazer o saneamento básico do título.

A vocês que leram, não considerem isso um artigo sério da minha coluna semanal que começa por aqui. É, não só uma comum conclusão de que temos mais problemas do que gostaríamos de admitir (agora imaginem quem vive em zonas de guerra), como também um constatação de que terei muito sobre o que falar por aqui. Próxima semana eu voltarei, trazendo um novo artigo e sem as firulas de uma apresentação, falando sobre o caos urbano que eclodiu em São Paulo e a insegurança pública.

Conheça o segundo personagem de “O Filho de Netuno”!

Depois de um tempo esperando pelo segundo pelo segundo personagem, conhecemos…

REYNA!

REYNA!

Reyna é uma importante semideusa que terá um papel fundamental no destino de Percy. E, como vocês já devem ter visto na imagem, ela possui dois cachorros que a protegem.

O que eles fazem? Além do brilho, um é de prata e o outro é de ouro, eles são como guardas-costas pessoais de Reyna. Além do mais, esses cães não são apenas envoltos em metal, eles possuem rubis nos olhos. Que valiosos esses animais de estimação, não?

Bem, queridos, eu realmente fiquei muito curioso para saber a ascendência dessa semideusa romana. Mas muito curioso mesmo, porque… Eu não lembro de nenhum deus que tenha cães como símbolo. A não ser, talvez, Ártemis, mas ela é uma semideusa e pelo que sabemos Ártemis não tem filhos. Então a questão fica no ar: De quem Reyna é filha?

Percy Jackson & Os Olimpianos

“E se os deuses do Olimpo estivessem vivos no século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais, com os quais tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antiguidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passa da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade”. Esta é a descrição da segunda edição do livro “O Ladrão de Raios”, descrição essa que descreve perfeitamente toda a saga.

“Percy Jackson & Os Olimpianos” é a saga de estreia do autor Rick Riordan na área infanto-juvenil/ficcção. Estreia essa muito aclamada pela crítica, e muito bem acolhida por jovens, adultos e crianças. A série aborda Mitologia Grega com muito humor e fantasia (além do normal). É composta por cinco livros e nos traz uma belíssima trama, além de uma incrível narração feita em primeira pessoa. A escrita é maravilhosa e nos traz a marca do fantástico autor.

Como personagens temos Percy Jackson, Annabeth Chase, filha de Atena, e Grover Underwood. Além de uma aventura completa e inspirada na Titanomaquia. Mas é claro que a história não se resume somente a isso. Fora o tema geral, Titanomaquia, cada livro aborda alguns dos mais famosos episódios da Mitologia Grega, Mas vocês devem estar imaginando: “A dose de Mitologia resume-se à uma amostra de episódios que já conhecemos?” E eu lhes respondo: É claro que não! Tudo é apresentado, deuses, monstros, heróis, personagens; de um jeito inovador, revolucionário, mas sem perder a originalidade!

O primeiro livro, “O Ladrão de Raios”, é o livro de estreia. Muito aclamado pelo “The New York Times”, inclusive como Best-Seller e vencedor de muitos prêmios, inclusive o Children Awards. Nele, temos as personagens apresentadas e descobrimos o maravilhoso Acampamento Meio-Sangue, um esplêndido “acampamento” para semideuses. No primeiro volume o foco principal é a disputa entre os Três Grandes: Zeus, Poseidon e Hades. Além de outras coisas mais 😉 (com muito aventura, ação e emoção, claro!).

N'”O Mar de Monstros”, segundo volume da saga, a aventura continua de modo alucinante, e desta vez posso dizer que reviveremos grande parte das aventuras de Odisseu, ou Ulisses: Ilha de Circe, Caríbdis e Squila, Ilha de Polifemo, Ilha das Sereias. Além de muitas outras aventuras, como só Riordan sabe fazer!

Em “A Maldição do Titã”, o meu livro preferido da série por sinal, temos a ápice da história e o clímax da trama. No terceiro volume vemos todo o potencial de Rick e a trama sofre reviravoltas tremendas, de tirar o fôlego. Afinal, com ressurreições inéditas e aparições inesperadas… Quem aguenta?! Além de quê, Ártemis se fará presente, o que é uma grande benção para nós, mortais.

“A Batalhada do Labirinto” vem em seguida, e como vocês devem estar imaginando, a narrativa sucede no Labirinto de Dédalo, mais conhecido como o Labirinto do Minotauro. Com o decorrer dessa história vemos como o cerco vai se fechando e a história se aproximando-se do final, mas sem deixar de conhecer e desvendar novas personagens e mistérios.

“O Último Olimpiano”, conclusão da saga, é um livro brilhantemente brilhante quanto à própria saga como um todo. Com uma entusiasmante batalha entre deuses e titãs, vemos ainda Tifão unindo-se à batalha. Some tudo isso a um exército de semideuses, Caçadoras de Ártemis, Pôneis de Festa, Exército de Mortos e você terá uma das maiores batalhas que você já viu! É muito empolgante, viciante… Enfim, não tenho mais palavras para definir essa conclusão colossal. A não ser, talvez, “um final digno dos deuses!”;

Enfim, se você quer aprender mais sobre Mitologia Grega de uma maneira divertida e de fácil memorização; compreensão; entendimento, Percy Jackson é a solução!
De longe a minha série favorita. Já li os quatro primeiro livros quatro vezes e o últiumo três. Além de quê há um livro complementar à série: “Os Arquivos do Semideus”.

RECOMENDO MUITO MESMO! 

E não esqueçam da série complementar: “Os Heróis do Olimpo”.

Hex Hall: A Sua NOVA Aventura Mágica

Em uma das minhas andanças pelo Skoob eu vi um livro chamado “Hex Hall”, tendo na capa uma Fada, uma Bruxa e uma Metamorfo. Logicamente fiquei intrigado e ao mesmo tempo fascinado por aquelas três criaturas estarem estampando uma capa de livro. Pensei no mesmo instante em investigar o livro e foi o que fiz. Fiquei bastante empolgado ao ler a sinopse do livro e descobrir do que se tratava.

Sinopse:

Há 3 anos, Sophie descobriu que não é uma menina como as outras. Ela é uma bruxa e, até agora, isso só lhe trouxe alguns… arranhões! Sua mãe fez tudo o que pôde para ajudar: leu o que conseguiu encontrar sobre bruxas, fadas e magia; procurando consultar o pai ausente de Sophie — um poderoso feiticeiro europeu — só quando necessário. Até que a menina atrai atenção além da conta depois de um feitiço de amor poderoso demais… E é seu pai que define a sentença: Sophie deve ir para Hex Hall, um reformatório afastado de tudo e de todos que está sempre de portas abertas para receber qualquer “prodígio” que saia da linha — ou seja, além de bruxas como Sophie, fadas, metamorfos etc. E a tendência de Sophie para encrencas não decepciona. Já no fim do primeiro dia, ela acumula problemas: três poderosas inimigas que mais parecem supermodelos, uma fantasma que cisma em persegui-la, uma paixonite idiota pelo feiticeiro mais charmoso da escola — e ele tem namorada, mas como Sophie poderia saber? Para piorar, sua companheira de quarto é a pessoa mais odiada do campus, e a única vampira entre os alunos… Sim, os sanguessugas não têm boa fama, e uma série de ataques a estudantes acaba fazendo da única amiga de Sophie a suspeita número um na mira do Conselho e da direção da escola. Isso não é tudo, e Sophie precisa se preparar. Uma antiga sociedade secreta determinada a destruir todos os prodígios, inclusive e principalmente ela, parece estar mais próxima do que nunca de Hex Hall. Sophie terá de descobrir, do que sua magia é capaz e, sobretudo, suas origens e quem ela é de verdade.

Acontece que no dia 12 de Julho, quando fui comprar o meu ingresso e de mais outros dois amigos, para assistir “Harry Potter”, passei na Saraiva e comecei a olhar uns livros e acontece que, me deparei com “Hex Hall”. Não pensei duas vezes e o levei para casa, visto que já tinha lido o Epílogo na Saraiva, e me apaixonei novamente pelo livro. Assim que cheguei em casa comecei a lê-lo e só parei às 2:00 da manhã, quando terminei o livro. (Tinha aula no dia seguinte, e estudo no turno matutino).

Tudo isso só serve para mostrar que: O LIVRO É MUITO BOM! UM DOS MELHORES LIVROS QUE EU JÁ L NA MINHA VIDA! Como vocês já devem ter lido, conta as aventuras de uma bruxa chama Sophia. Uma bruxa poderosíssima por sinal, capaz de grandes feitos. A trama é totalmente intrincada e repleta de reviravoltas.

Para começar, tenham sempre uma coisa em mente: nada é o que parece. Por mais que uma coisa esteja óbvia, e vocês tenham plena convicção de que o certo, é o certo, e o errado, é o errado, tenham certeza, não é. Os mistérios são muito bem elaborado e nos deixam com um gostinho de quero mais. A narração é perfeita e te força a ler compulsivamente o livro. (Eu já não gosto de ler mesmo, imagine com um livro assim…).

Outra coisa: isso não é um livro para crianças, digo, não para crianças que não são maduras emocional e mentalmente. Precisamos estar prontos para ler isso, e não é qualquer bebê que o pode fazer, afinal temos cenas um tanto quanto calientes. Mas é super entusiasmante e legal. Se eu nunca tivesse lido “Harry Potter”, diria que seria uma revolução de proporções catastróficas na leitura, mas eu já li e para mim não fica tão igual. Todavia, de certo modo, é uma espécie (PRESTEM BEM ATENÇÃO, UMA ESPÉCIE, UM SIMILAR BASTANTE DIFERENTE, QUASE NADA DE IGUAL) de “Harry Potter”, só que para garotas.

Este é o romance de estreia de Rachel Hawkins, uma ex-professora que abandonou a docência para dedicar-se especialmente ao livro que ela sempre quis escrever, pondo toda a sua fé e estima, além de tempo, nesta nova empreitada. E que pelo visto dará muito certo. É um excelente livro, e eu tenho uma amiga que amou a leitura, e que já me pediu o livro emprestado novamente. Fazer o que, né? Quando um livro é muito bom, sempre pedimos BIS!

RECOMENDO DEMAIS! VALE MUITO A PENA!

O Caçador de Pipas

Eu imagino que todos vocês já devam ter ouvido falar das terríveis histórias de guerra que afligem e afligiram os países do oriente médio, como o Paquistão, o Iraque e o Afeganistão. E o “Caçador de Pipas” retrata exatamente isso: A vida de um garoto que tem uma bela vida em Cabul, capital do Afeganistão, e que de uma hora para outra vê-se de frente à uma guerra iminente, e como se isso já não bastasse um enorme conflito mental que envolve culpe, mentiras e redenção.

Sinopse:

O caçador de pipas é considerado um dos maiores sucessos da literatura mundial dos últimos tempos. Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado. 

O personagem principal da história é um garoto chamado Amir. Amir tem um amigo/empregado chamado Hassan. Os dois só andam juntos e fazem tudo em parceria. Hassan e o pai trabalham parar Amir e o pai, e é muito feliz com o trabalho, visto que, ganha tudo do pai do amigo. E a vida corre muito bem, até o famoso Campeonato de Pipas; Amir e Hassan são os campeões e quando os dois estão voltando ocorre um fato muito pitoresco com Hassan para salvar Amir. Mas o fato é muito forte e muito grave e o que acontece com Hassan não é nada amigável e nem muito católico, e por esse incidente Hassan e o pai, Ali, acabam indo embora da propriedade de Amir. Resumindo, uma traição drástica.

O pai do protagonista fica muito triste com a partida dos “empregados”, tendo-se em mente que Ali e Baba (o pai de Amir) cresceram juntos. Com a partida dos empregados, um tempo depois, inicia-se uma Guerra no Afeganistão e Baba e Amir veem-se obrigados a partir de Cabul para salvarem suas próprias vida. Nessa jornada, eles enfrentam poucas e boas até chegarem aos Estados Unidos. Chegando lá, eles têm o padrão de vida totalmente reduzido, já que eram ricos no Afeganistão. Os dois precisam trabalhar muito para estabelecerem-se nos Estados Unidos. Por fim, Amir acaba se estabelecendo completamente nos E.U.A, e casa-se.

Todavia, o livro inicia-se com um pedido de Rahim Khan para retornar ao Afeganistão para libertar-se da grande culpa que carregava pela traição que havia feito com Hassan. Chegando ao Afeganistão, Amir descobre todas as coisas que se passaram após a sua partida do Afeganistão. O livro divide-se em períodos de datas, narrados pelo próprio Amir. Começando dos tempos atuais com o pedido de Rahim, retornando à época da infância, rumando para o período de fuga e dos Estados Unidos, todas as lutas e sacrifícios, o casamento de Amir, até o retorno para os dias atuais.

O livro é muito tocante e nos faz refletir sobre as nossas atitudes quanto aos nossos amigos, companheiros, e sobre as nossas verdadeiras amizades. Nos mostra também o que é a culpa e o que uma guerra faz conosco. É muito bonito para aqueles que querem conhecer um pouco mais sobre outras culturas e sobre como as coisas podem ser dependendo de algumas das nossas atitudes. ” O Caçador de Pipas”, além de um ótimo livro é o romance de estreia do autor Khaled Hosseini, então podemos esperar outras belíssimas histórias do autor.
O Romance também tornou-se um filme, filme este que quero assistir.

Recomendo muito que vocês leiam este livro, e espero que vocês gostem tanto quanto eu gostei. Vale muito a pena!

Ser gay ou não ser gay? Eis a questão!

Ultimamente na mídia brasileira, tem-se discutido muito quanto ao direito dos homossexuais com relação a casamento e outras coisas. Tudo quanto se fala sobre isso se torna polêmica e todos querem meter o seu bedelho na questão: Igreja, mídia, políticos… Enfim! O assunto está uma verdadeira polêmica no Brasil e eu me pergunto e vos pergunto: Para quê tudo isso?
Um assunto tão prático e de fácil abordagem, mas que por intermédio de tantas pessoas está se tornando uma verdadeira “guerra” e uma divisão entre Héteros e Homossexuais.

A questão toda foi levantada com a criação da PL 122, um projeto de lei que criminalizaria a homofobia. Mas como tudo no Brasil sempre tem que virar um carnaval, é lógico que isso não poderia ficar de fora. Igrejas se levantaram e começaram a discutir o porque de criminalizar-se a homofobia e alegaram que com essa lei não poderia mais se criticar o homossexualismo. Em contra partida, recentemente, é possível que casais homossexuais se casem no civil.

É fato que homossexuais, transsexuais, travestis, transformistas e afins morrem diariamente por conta da impunidade, do radicalismo e pela falta de respeito. Sou a favor dos projetos de leis que defendam os seres humanos e que preservem todos os direitos já pré-estabelecidos na Constituição Brasileira de 1988. Portanto, não gosto de ver que hoje em dia vários homossexuais saem por aí, exibindo um rótulo já imposto pela sociedade: “Ah, eu sou viadjênho, eu sou viadjênho…!”. Isso é R-I-D-Í-C-U-L-O de se ver. Isso denigre a população brasileira e só mostra como somos retrógrados.

Não é de bom tom que as Igrejas tanto católicas, quanto evangélicas se metem na vida das pessoas. Ora, se o próprio Deus nos deu o livre arbítrio é totalmente contrário e uma demasiada hipocrisia que as Igrejas se metam em coisas que não é da sua conta. Se homens querem ficar com homens, e mulheres querem ficar com mulheres é dever, ou melhor, DIREITO da Igreja calar a sua boca e ficar quieta. Isso não é da conta dela!

Quanto aos homossexuais, a Parada Gay de São Paulo, se eu não me engano, é a maior do mundo. E em uma hora que deveria ser de protesto e de reivindicação torna-se um verdadeiro circo colorido. Chamam isso de manifestação? Eu chamo de Puteiro Colorido. É claro que há pessoas que vão para protestar, mas a grande maioria vai para curtir, e eu não acho que esse deva ser o ponto alto da Parada.

Hoje em dia há um verdadeiro tabu quanto a beijos gays nas emissoras Globo, SBT, Record e quanto à Band eu não sei. Mas eu tenho orgulho em dizer que a MTV Brasil não é cheia de não me toques e é super liberal desde muito antes das pessoas pensarem em polêmica. O comportamento homossexual vem desde a Idade Antiga e hoje, no século XXI, vemos que não avançamos em socialismo, igualdade e liberdade de expressão. Nós apenas regredimos, e regredimos muito e é difícil de pensar que há países piores que o Brasil.

Eu, sinceramente, espero que certos pastorzinhos, Igrejas, e o Brasil possa cresces e parar de se meter tanto na vida dos outros. Eu também não estou ligando pro que as pessoas que lerem isso e descordar de mim vão achar, porque eu já estou cansado de ver esse circo no Brasil e assim como as pessoas tem o direito de ser contra, o direito de defender, eu tenho o direito de alfinetar. Enfim, essa é apenas uma humilde opinião. #BeijosEQueijos.

Coração de Tinta

No domingo (13 de Junho de 2011) terminei de ler um livro muito bem, e ele se chama “Coração de Tinta”. Enfim, eu levei exatamente oito dias para lê-lo. Tanto por causa dos meus olhos que estavam irritadiços, tanto porque o livro não é um daqueles que você voa na leitura. Não. Ele é um daqueles livros que foram feitos para serem degustados, mastigados, engolidos e depois, só muito depois, digeridos.

O livro é escrito por Cornélia Funke, uma escritora alemã que já ganhou importantes prêmios literários. Ele narra às aventuras de uma garotinha chamada Meggie, seu pai, Mo e sua tia, Elinor. Ambos são fascinados e viciados em livros, especialmente Elinor que é uma, digamos que, tarada por livros. Compra, coleciona, e até capaz de roubar livros e não os empresta ninguém. A princípio Meggie e seu pai vivem em um pequeno sítio, até que eles recebem a inesperada visita de uma pessoa muito estranha chamada Dedo Empoeirado. Após isso, eles saem do sítio e passam a morar com Elinor, em sua enorme mansão, que é toda tomada por livros. Em estantes, no chão, em mesinhas, e em uma enorme biblioteca.

Mo é um encadernador, ou melhor, um médico de livros e foi à casa de Elinor para encadernar-lhe uns livros, mas, como já lhes disse, passa a morar lá. Mas, enquanto estão na casa de Elinor, Mo é seqüestrado e Meggie vê-se em frente a uma louca corrida para resgatar o pai. Além de serem fascinados por livros, Mo e Meggie possuem um dom tanto quanto peculiar: Eles podem trazer à vida personagens de livros. – COMO?

É, é isso mesmo que vocês leram. Ao lerem em voz alta, tudo quanto os dois lêem passa a ter vida. E por causa desse dom, Mo trouxe à vida um personagem maligno chamado Capricórnio, um vilão daqueles de dar arrepios.

Somando todo esse enredo, mais uma maravilhosa escrita e vários trechos de outros clássicos da literatura nós temos “Coração de Tinta”, uma leitura para aqueles que não somente gostam de ler, mas para aqueles que gostam de ler e degustar um livro. “Coração de Tinta” não é apenas um livro, mas faz parte da trilogia Mundo de Tinta, composta por três livros: “Coração de Tinta”, “Sangue de Tinta” e “Morte de Tinta”. Os outros dois eu estarei lendo em breve e contando a vocês, é claro!

Sinopse:

Há muito tempo Mo decidiu nunca mais ler um livro em voz alta. Sua filha Meggie é uma devoradora de histórias, mas apesar da insistência não consegue fazer com que o pai leia para ela na cama. Meggie jamais entendeu o motivo dessa recusa, até que um excêntrico visitante noturno finalmente vem revelar o segredo que explica a proibição.


É que Mo tem uma habilidade estranha e incontrolável: quando lê um texto em voz alta, as palavras tomam vida em sua boca, e coisas e seres da história surgem como que por mágica. Numa noite fatídica, quando Meggie ainda era um bebê, a língua encantada de Mo trouxe à vida alguns personagens de um livro chamado “Coração De Tinta”. Um deles é Capricórnio, vilão cruel e sem misericórdia, que não fez questão de voltar para dentro da história de onde tinha vindo e preferiu instalar-se numa aldeia abandonada. Desse lugar funesto, comanda uma gangue de brutamontes que espalham o terror pela região, praticando roubos e assassinatos. Capricórnio quer usar os poderes de Mo para trazer de “Coração De Tinta” um ser ainda mais terrível e sanguinário que ele próprio. Quando seus capangas finalmente seqüestram Mo, Meggie terá de enfrentar essas criaturas bizarras e sofridas, vindas de um mundo completamente diferente do seu.

PERSONAGENS:

Meggie: Garota muito inteligente, de cabelos loiros escuros, e uma amante dos livros. Divide com o pai a paixão pelos livros, além do maravilhoso dom de possuir a Língua Encantada, ou seja, pode dar vida às personagens dos livros. É bastante corajosa. Morava num sítio com o pai, a casa era completamente abarrotada de livros.

Mo: É o pai de Meggie e também é um encadernador de livros. Mas não somente os encaderna como recupera suas capas e faz outras maravilhosas. É um Língua Encantada, e por possuir tal dom acabou trazendo Capricórnio, Basta e Dedo Empoeirado à vida, e acidentalmente mandou a esposa para o livro “Coração de Tinta”, do qual provém as duas personagens.

Elinor: Uma senhora um pouco acima do peso e que é louca por livros. Podemos até dizer que é uma maníaca pelos mesmos. Morava sozinha em sua mansão até que teve de hospedar Mo e a sobrinha em sua casa. É bastante ranzinza e irônica, o que pode ser tanto um defeito como uma qualidade. É tia de Teresa, a esposa de Mo, e tia de Meggie.

Dedo Empoeirado: É um saltimbanco cuspidor de fogo. Proveio do livro “Coração de Tinta” e sente muitas saudades de onde veio. Inferniza a vida de Mo para que este o mande de volta para sua terra natal, o que Mo inicialmente não pode fazer. É muito acovardado. (Eu, particularmente, tenho um ódio mortal por Dedo Empoeirado e quero que ele se foda muito mesmo, quero que ele morra, e que seja fatiado.).

Capricórnio: Vilão da trama. É muito cruel e possui um coração de pedra. Tem vários comparsas e paus-mandatos, sendo o principal deles Basta, que foi recrutado desde muito criança. Capricórnio não tem apreço por ninguém.

Bem, é isso, quem ler o livro espero que goste tanto quanto eu e que prossiga na trilogia. O livro também deu origem à uma Adaptação Cinematagrófica, que leva o mesmo nome da obra literária, mas isso já é uma outra história.

Leu? Gostou? Comente!

%d blogueiros gostam disto: