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“Mockingjay” me deixou na Esperança.

Eu devo admitir que “A Esperança” foi o livro da trilogia que eu mais fiquei ansioso para ler. Não porque ele era o último, nem nada, mas foi porque eu realmente me apaixonei por Jogos Vorazes depois que li “Em Chamas”. E fiquei à espera de um grande final, que fosse arrebatador, que me deixasse boquiaberto e eu consegui isso. Não do modo que esperava, mas consegui.

Logo no início do livro a minha curiosidade foi satisfeita com relação ao Distrito 13. Você é apresentado a ele e descobre como ele conseguiu se virar por setenta e cinco anos. Do mesmo modo que você é apresentado à Presidenta Coin. Devo confessar que a primeira impressão que tive da mulher é que ela  era igual a Snow, com a única e exclusiva diferença que Snow está do lado da Capital e Coin do lado dos rebeldes. O que mais tarde se confirmou uma verdade, quem leu o livro entende.

Mas um fato que eu realmente adorei nesse livro, e talvez nos outros, mas com mais evidência nesse, foram os sentimentos de Katniss. Você conseguia senti-los, era como se você estivesse nos Distrito 13, com todas as indecisões e temores dela. E mais do que isso, as lições que são transmitidas nas linhas e nas entrelinhas do livro. Mensagens acerca de paz, da guerra e uma intensa reflexão em torno disso tudo. Pelo menos eu senti isso.

Porém, uma coisa que me deixou muito indignado foi o rumo que algumas coisas tomaram. Katniss, por exemplo, foi praticamente uma louca o livro inteiro. E isso meio que me deixou bolado. (“Bolado” foi ótimo, eu ri de mim.). Os segredos revelados no livro com relação a Snow também foram muito legais e tal. 

Todavia, eu ainda acho que o livro foi mal terminado. Acho sim, porque ficaram muitas lacunas abertas com relação a alguns personagens “secundários”. Você não sabe o que aconteceu com eles, e se por algum acaso a autora diz fica de uma maneira muito vaga. Você fica sem saber o que aconteceu com a Capital e só fica com uma simples visão do que aconteceu a Katniss, que por sinal, eu não gostei. Fora o título do livro, A Esperança, que eu achei um completo absurdo. Porque, por favor, né, isso não tem nada a ver com o livro. Já que mockingjay foi traduzido como Tordo, que fosse Tordo então o nome do terceiro livro. Ficaria com muito mais sentido.

Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais de lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. 

A EsperançaA coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. 
O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra? 
Acompanhe Katniss até o fim do thriller, numa jornada ao lado mais obscuro da alma humana, em uma luta contra a opressão e a favor da esperança.

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Bem vindos ao Massacre Quaternário!

“Em Chamas” é o segundo e penúltimo romance da trilogia “Jogos Vorazes”. Na minha opinião é o melhor romance da série e quiçá é o que apresenta a ação de uma maneira mais detalhada, ainda mantendo um ar instigante que “acelera” a trama. Seguramente, também é escrito por Suzanne Collins. 

Quando pensávamos (ou não) que Katniss e Peeta ficariam em paz e ilesos depois de terem humilhado e feito a Capital de palhaça, estávamos redondamente enganados. Acontece que a cada 25 anos ocorre um Massacre Quaternário. Mas o que seria isso? Simples! Nada mais, nada menos do que uma versão dos jogos vorazes, digamos que mais… Elaborada; intrincada, e a cada versão um jogo diferente é proposto, com um fato inesperado e inovador.

Só que dessa vez a tal “surpresa” é o retorno dos antigos vencedores. Ou seja, apenas os tributos que já foram vencedores poderão participar da colheita. O que é muito conveniente para o Presidente Snow que se viu completamente “desarmado” diante da atitude de Katniss na edição anterior dos jogos, já que os únicos vencedores do Distrito 12 são a própria Garota em Chamas, Peeta e Haymitch. Sendo óbvio que Haymitch não participará novamente.

Se em “Jogos Vorazes” eu tinha alguma dúvida com relação ao conteúdo, “Em Chamas” proporcionou-me uma experiência única, no que diz respeito à trilogia. O livro apresenta um ritmo muito bom, aquela narrativa envolvente de sempre, bem feita, e ainda por cima um quê de mistério. De um certo modo os personagens só me envolveram mais, principalmente Snow. Ele pode ser o “vilão” e tudo o mais, mas eu gosto dele.

E outra coisa que eu acho que vale-se a pena ressaltar, é sobre as facetas do ser humano que são claramente abordadas. O amor, o ódio, a rejeição, tudo sem muito mimimi. E além disso, a iminência  de um levante nos distritos e a organização dos vencedores para com isso. Tudo isso apenas me faz refletir sobre como a guerra muda as pessoas.

Em Chamas

Depois da improvável e inusitada vitória de Katniss Everdeen e Peeta Mellark nos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações nos distritos dão sinais de que uma revolta é iminente. Katniss e Peeta, representantes do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos – incluindo o próprio Peeta – acreditarem que são um casal apaixonado. A confusão na cabeça de Katniss não é menos do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescentes vitoriosos – transformados em verdadeiros ídolos nacionais – podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente.

Feliz Jogos Vorazes!

A princípio, eu não alimentava muitas esperanças para este livro. Para ser sincero, eu nem sabia muito bem o que esperar dele. Os murmúrios, os comentários, as críticas tanto para o livro, quanto para o filme, eram as melhores possíveis. Visto que, até com Harry Potter esta trilogia foi comparada. Mas eu ficava me perguntando, será que é tudo isto mesmo? 

Suzanne Collins não é nenhuma amadora e traz um tema bastante inovador neste romance, um tema que eu acho nunca ter visto em outro livro antes, e principalmente sendo abordado desta forma. O que já é um ponto positivo. É muito bom ver temas novas surgirem como enredo, afinal, a maioria das coisas que se vê hoje se co-relaciona com vampiros e afins. Porém, o que teria de atrativo em um livro sobre um reality show mortal com um romance de fundo? À primeira vista, absolutamente nada, mas não é isso que o livro te mostra.

A história toda se passa em Panem, um novo país formado a partir dos destroços da América do Norte. Panem, por sua vez, é dividida em 12 Distritos, antes eram 13, porém o 13 iniciou uma rebelião contra a Capital, que o destruiu completamente. E, como punição, a Capital (centro de controle de Panem) idealizou os Jogos Vorazes, como maneira de demonstrar que o poder está em suas mãos. Tal história é narrada por Katniss Everdeen, umas das personagens principal, tributo feminino do distrito 12. 

Como é óbvio, toda a história se desenrola através de Katniss, de suas indecisões e temores, da sua luta pela sobrevivência e blá-blá-blá. Mas eu até agora não consigo entender como o livro se torna tão atraente. Suzanne consegue apropriar-se de um tema relativamente simples com maestria. Ela consegue fazer com que tudo tenha um ar de suspense, de ação, o que te atrai na história. 

Eu e meu amigo estávamos ansiosos e ao mesmo tempo receosos com a história, porque não havia nenhum atrativo à primeira vista. Mas, a única forma de você decidir se o livro te agrada ou não, se ele é bom ou não, é lendo. Mas eu acho que posso te dizer uma coisa que eu realmente adorei aí: As mortes! O sangue jorrando! A brutalidade! Sinceramente, isso é muito legal de se ler. *o*

Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte! Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?

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