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Bem vindos ao Massacre Quaternário!

“Em Chamas” é o segundo e penúltimo romance da trilogia “Jogos Vorazes”. Na minha opinião é o melhor romance da série e quiçá é o que apresenta a ação de uma maneira mais detalhada, ainda mantendo um ar instigante que “acelera” a trama. Seguramente, também é escrito por Suzanne Collins. 

Quando pensávamos (ou não) que Katniss e Peeta ficariam em paz e ilesos depois de terem humilhado e feito a Capital de palhaça, estávamos redondamente enganados. Acontece que a cada 25 anos ocorre um Massacre Quaternário. Mas o que seria isso? Simples! Nada mais, nada menos do que uma versão dos jogos vorazes, digamos que mais… Elaborada; intrincada, e a cada versão um jogo diferente é proposto, com um fato inesperado e inovador.

Só que dessa vez a tal “surpresa” é o retorno dos antigos vencedores. Ou seja, apenas os tributos que já foram vencedores poderão participar da colheita. O que é muito conveniente para o Presidente Snow que se viu completamente “desarmado” diante da atitude de Katniss na edição anterior dos jogos, já que os únicos vencedores do Distrito 12 são a própria Garota em Chamas, Peeta e Haymitch. Sendo óbvio que Haymitch não participará novamente.

Se em “Jogos Vorazes” eu tinha alguma dúvida com relação ao conteúdo, “Em Chamas” proporcionou-me uma experiência única, no que diz respeito à trilogia. O livro apresenta um ritmo muito bom, aquela narrativa envolvente de sempre, bem feita, e ainda por cima um quê de mistério. De um certo modo os personagens só me envolveram mais, principalmente Snow. Ele pode ser o “vilão” e tudo o mais, mas eu gosto dele.

E outra coisa que eu acho que vale-se a pena ressaltar, é sobre as facetas do ser humano que são claramente abordadas. O amor, o ódio, a rejeição, tudo sem muito mimimi. E além disso, a iminência  de um levante nos distritos e a organização dos vencedores para com isso. Tudo isso apenas me faz refletir sobre como a guerra muda as pessoas.

Em Chamas

Depois da improvável e inusitada vitória de Katniss Everdeen e Peeta Mellark nos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações nos distritos dão sinais de que uma revolta é iminente. Katniss e Peeta, representantes do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos – incluindo o próprio Peeta – acreditarem que são um casal apaixonado. A confusão na cabeça de Katniss não é menos do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescentes vitoriosos – transformados em verdadeiros ídolos nacionais – podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente.

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Feliz Jogos Vorazes!

A princípio, eu não alimentava muitas esperanças para este livro. Para ser sincero, eu nem sabia muito bem o que esperar dele. Os murmúrios, os comentários, as críticas tanto para o livro, quanto para o filme, eram as melhores possíveis. Visto que, até com Harry Potter esta trilogia foi comparada. Mas eu ficava me perguntando, será que é tudo isto mesmo? 

Suzanne Collins não é nenhuma amadora e traz um tema bastante inovador neste romance, um tema que eu acho nunca ter visto em outro livro antes, e principalmente sendo abordado desta forma. O que já é um ponto positivo. É muito bom ver temas novas surgirem como enredo, afinal, a maioria das coisas que se vê hoje se co-relaciona com vampiros e afins. Porém, o que teria de atrativo em um livro sobre um reality show mortal com um romance de fundo? À primeira vista, absolutamente nada, mas não é isso que o livro te mostra.

A história toda se passa em Panem, um novo país formado a partir dos destroços da América do Norte. Panem, por sua vez, é dividida em 12 Distritos, antes eram 13, porém o 13 iniciou uma rebelião contra a Capital, que o destruiu completamente. E, como punição, a Capital (centro de controle de Panem) idealizou os Jogos Vorazes, como maneira de demonstrar que o poder está em suas mãos. Tal história é narrada por Katniss Everdeen, umas das personagens principal, tributo feminino do distrito 12. 

Como é óbvio, toda a história se desenrola através de Katniss, de suas indecisões e temores, da sua luta pela sobrevivência e blá-blá-blá. Mas eu até agora não consigo entender como o livro se torna tão atraente. Suzanne consegue apropriar-se de um tema relativamente simples com maestria. Ela consegue fazer com que tudo tenha um ar de suspense, de ação, o que te atrai na história. 

Eu e meu amigo estávamos ansiosos e ao mesmo tempo receosos com a história, porque não havia nenhum atrativo à primeira vista. Mas, a única forma de você decidir se o livro te agrada ou não, se ele é bom ou não, é lendo. Mas eu acho que posso te dizer uma coisa que eu realmente adorei aí: As mortes! O sangue jorrando! A brutalidade! Sinceramente, isso é muito legal de se ler. *o*

Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte! Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?

Diário do Farol

Eu imagino que alguns de vocês já tenham se questionado o que é a “moral” e mais do que isso, tenho certeza absoluta que cada um tem a sua própria. Além disso, acredito também que nós nos reprimimos muitos de nossos desejos e vontades, gostos e atitudes. Coisas que queríamos fazer, mas que um paradigma qualquer não permite. Mas e se houvesse uma pessoa que não reprimisse seus anseios e tivesse uma moral tão sórdida e pervertida? Bem, é por esse ponto de vista que iremos ler “Diário do Farol”, uma obra perfeita, em minha opinião, e que acaba com certas opiniões provenientes de algumas pessoas.

A obra aqui apresentada foi escrita por João Ubaldo Ribeiro, um grande escritor, professor e advogado brasileiro, ilustríssimo membro da ABL (Academia Brasileira de Letras). Teve algumas de suas obras adaptadas para a televisão e para o cinema; dentre seus mais famosos escritos podemos destacar “Sargento Getúlio” e “Viva o Povo Brasileiro”, sendo que este último foi “adaptado”, posteriormente, para um samba-enredo da escola de samba Império da Tijuca, no carnaval de 87. João Ubaldo também é detentor de um Prêmio Camões, a maior premiação para autores de língua portuguesa.

Sinopse:

“Diário do farol é o relato autoral de um clérigo amoral e inescrupuloso, que no outono da sua existência resolve inventariar seu rosário de maldades, perpetradas com requintes extremos desde a infância no seminário – de início, sob o pretexto de vingar os maus-tratos do pai; posteriormente, ainda mais sofisticadas, devido ao desprezo de uma mulher.
Auto exilado numa ilha onde pontifica um farol, o bilioso e mesquinho padre dialoga com o leitor para provocá-lo com uma realidade na qual não há bem ou mal, e assim tentar demovê-lo de qualquer noção redentora. Conseguirá? Para ele, não há transcendência, o Universo nos é indiferente e a todos foi negada essa Revelação. Não por acaso, o farol de sua ilha chama-se Lúcifer, “aquele que detém a Luz”.


O leitor é advertido desde a epígrafe: “Não se deve confiar em ninguém”. A vida real é feita de rupturas, exceto para aquela maioria dos homens que perde a oportunidade de viver de fato por nunca romper com nada realmente importante, adverte-se. Num testemunho insidioso, que concilia situações hilariantes com outras de horror repulsivo e escatológico, somente o cinismo impera. Nisso, põe-se o padre a fazer troça dos ´católicos que acreditam nas besteiras do catolicismo´ e a manipular todos, fiéis ou descrentes, para atingir seus fins amorais, chegando à sofisticação de submeter-se voluntariamente a sessões de tortura para dar vazão a seus caprichos vingativos.
Um mal que – posto em tom neutro como só é possível por meio de uma arte superior como a literatura – nos permeia a todos e nos leva a refletir sobre nossa condição social e humana. Um mal na sua essência, que nada tem de panfletário e denunciador, que encontra solo fértil na sociedade e no sistema político atuais.”

“Diário do Farol” vem quebrar preconceitos e expor a nojenta e terrível natureza do ser humano. Como o próprio título já sugere, o livro é uma espécie de diário que é escrito por um padre faroleiro. Na trama, acompanharemos a vida do clérigo desde a sua infância até os seus dias finais. O protagonista da trama não se nomeia em momento algum, de modo que ficamos meio que “no escuro” (Que ironia…).

A história inicia-se na infância do padre, e nos é mostrado como ele foi tratado pelo pai após a morte da mãe. Ele tratava-o muito mal e o xingava constantemente, segundo o Seminarista (como eu libertamente o nomeei), e a partir destes tratamentos e de uma suposta presença espiritual da mãe, o garoto decide-se por matar o pai para vingar-se de todos os maus tratos sofridos. Mas não apenas vingar-se, fazê-lo sofrer de todas as formas possíveis e uma dessas formas, era entrar no seminário.

No seminário ele nos mostra todas as coisas sórdidas e possíveis de acontecer. Sexo entre os seminaristas e os próprios padres professores, orgias, ardis e tudo isso sendo ele o pivô dos acontecimentos, não aquele que mais pratica, mas sim aquele que sabe de tudo, todavia, é claro que ele não é isento de tais acontecimentos, ele também participava algumas vezes; E esse saber não é desperdiçado. Aquele que não fazia o que o Seminarista queria sofria consequências, afinal, ele era tipo um Gossip Boy do seminário. Uma coisa que vale a pena ressaltar é que o pai dele o chamava de cínico, sarcástico, irônico, sonso… E tudo isso é verdade.

Após a época do seminário, o protagonista volta à sua cidade natal e começa a servir em sua igreja, como auxiliar do pároco local, o que irá servir de palco para mais sexo e traições. Também há uma parte que entra a época da ditadura militar, coisa que o Seminarista participa ainda como delator e torturador.

Pra mim, este é um dos melhores livros que eu já li/irei ler na minha vida. A forma como tudo é passado é extremamente fascinante. Eu, que tenho a maioria das opiniões que ele ressaltou em seu diário, tive orgasmos de concordância. Porque era como se eu tivesse escrito aquilo ali, claro, sem as maldades e conotações sexuais. Mas é uma coisa que eu sempre falei, principalmente sobre a moralidade. Visto que eu acredito que não existe moral. É uma coisa tão relativa e ao mesmo tempo tão singular que ninguém pode atestar tê-la ou não, é completamente variável e subversiva.

Logo no início do livro somos advertidos a não confiar em ninguém, o que é um conselho muito sábio, até mesmo para não confiar no autor do diário. Não piamente. Porque vemos tudo sob uma ótica exclusivamente dele, não sabemos se os fatos realmente aconteceram como nos é narrado. Que garantia temos que o espírito da mãe dele realmente retornou com sede de vingança? Tal espírito não poderia ser nada mais, nada menos, do que um meio que uma mente doentia e maníaca achou como forma de tentar justificar seus atos? Ah sim, uma coisa que me ocorreu e que eu devo alertar-lhes, é que este não é um livro pra qualquer um. Se você tem demasiado pudor e “princípios” não leia o livro, te deixará horrorizado.

As críticas que estão escritas nas entrelinhas, ou melhor, que estão escritas nas linhas, pois está tudo absolutamente claro, ou ele quer que pensemos assim, são maravilhosas e realmente tocantes. Talvez por tudo apresentar-se de maneira tão real e suscetível a acontecer, tudo tenha ficado do jeito que ficou. E podem me chamar de idiota, besta, do que quiserem, porém até hoje eu não sei se os fatos que se sucederam são verídicos ou não. Achei que a composição do diário, com informações sendo ocultas de nós, apenas serviu para apetecer a nossa voracidade com relação à leitura do livro.

PS: Existe também uma peça de teatro baseada neste romance.

Eu recomendo muito mesmo este livro, é PERFEITO!

E quem disse que os brasileiros não tem sangue mágico?

Em uma entrevista um fã perguntou à J. K. Rowling o que ela achava sobre outras escolas de magia, em outros países. E ela, muito simpática, respondeu ao rapaz que achava ótimo e que também seria muito bom se outra pessoa escrevesse tal história. Tomando este conselho para si Renata Ventura, fã assídua da saga Harry Potter, decidiu situar uma escola de magia e bruxaria aqui, no Brasil. Para ser mais exato, Renata criou cinco escolas, sendo que neste livro apenas aparecerá a do Rio de Janeiro.

Renata é fluminense, nascida em 1985, e trabalhou durante três anos fazendo pesquisas e roteiros para cinema documentário, antes de se dedicar exclusivamente ao seu primeiro livro. Uma coisa que eu achei inovadora e muito legal, foi o meio de interação que ela criou entre seu público e ela mesma: Através das redes sociais, a autora criou perfis para seus personagens, perfis estes que servem tanto para conversar um pouco com seu personagem preferido, sentir-se parte ativa de seu universo, como para tentar extrair alguma informação privilegiada dos livros seguintes. (Coisa que eu já fiz. haha’).

“A Arma Escarlate” nos leva a conhecer Hugo, um garoto pobre que vive na favela Santa Marta, e que está em meio à iminente ameaça dos traficantes e bandidos. No ápice de uma situação insustentável, nosso protagonista descobre que é bruxo e com toda a sorte a seu favor o garoto entra na escola de magia e bruxaria Nossa Srª do Korkovado. Claro que não teremos apenas Hugo como “protagonista” teremos também Gislane, uma bruxinha pra lá de inteligente que segue todas as regras (Vixe, isso ficou parecendo descrição de personagem de filme da Sessão da Tarde). Na escola do Rio de Janeiro, temos uma batalha de grupos: Pixeis e os Anjos. Ou seja, nada de “quatro casas”.

O livro é realmente muito bem escrito. A narrativa discorre de modo completamente fluido e você mal consegue perceber o avanço das páginas, e quando percebe, se surpreende com a quantidade de páginas passadas.  O enredo e os personagens também são muito bem estruturados e construídos; é como se a qualquer momento os personagens pudessem sair das páginas do livro e começar a interagir com você. Talvez eu tenha sentido isso porque a história se passa no Brasil e parece que tudo está “a um palmo de você”. 

Porém, não foi apenas isso que me chamou atenção em “A Arma Escarlate”, o livro transcende as fronteiras da fantasia, e faz um link perfeito com a realidade. A escola do Rio de Janeiro é um completo inferno, existe o descaso, a falta de professores, a bagunça por parte de alguns alunos, desinteresse por parte de outros e tudo isso reflete exatamente a realidade brasileira. A realidade das escolas públicas, que estão afundando a cada dia mais. Renata foi muito feliz em suas críticas sociais e não apenas nisso. Eu, que já tinha um contato com a autora antes do livro, pude perceber seus traços inconfundíveis, como por exemplo, a tentativa de divulgação do Esperanto, uma espécie de língua franca internacional, que pode simplificar em muito a compreensão entre estrangeiros.

Confesso que no início do livro fiquei um pouco irritado com relação às diferenças para com “Harry Potter”, sobre não ter quatro casas e ter cinco escolas de magia. Mas eu imagino, imagino não, tenho certeza que este é o diferencial de “A Arma Escarlate”, Renata conseguiu criar um novo universo por cima de outro. Ela conseguiu, com maestria, “adaptar” a história da Tia Jo para o Brasil. Tanto no que diz respeito a contexto, como a conteúdo mesmo. Por exemplo, os feitiços. Esqueçam os feitiços em suas versões latinas. Eles não funcionam aqui; no Brasil temos feitiços em tupi (êta patriotismo) e os únicos feitiços que funcionam em todos os lugares do mundo são os que são feitos em esperanto (por que será, hein!?).

Enfim… Eu realmente recomendo muito a leitura de “A Arma Escarlate”, e olha que eu sou meio preconceituoso com relação à literatura nacional, mas esse livro é realmente do caralho (me desculpem a expressão, quem se ofendeu) e eu quero muito que Renata seja reconhecida. Seu trabalho não merece ficar “na gaveta”, o mundo todo precisa saber dele!

Sinopse:

“O ano é 1997. Em meio a um intenso tiroteio, durante uma das épocas mais sangrentas da favela Santa Marta, no Rio de Janeiro, um menino de 13 anos descobre que é bruxo. Jurado de morte pelos chefes do tráfico, Hugo foge com apenas um objetivo em mente: aprender magia o suficiente para voltar e enfrentar o bandido que está ameaçando sua família. Neste processo de aprendizado, no entanto, ele pode acabar por descobrir o quanto de bandido há dentro dele mesmo.”

Compra:

Livraria Saraiva: Clique aqui; PDF: aqui.

Livraria Cultura: Clique aqui; PDF: aqui.

Recomendo muito mesmo! Vale a pena cada centavo! Uma ótima leitura para vocês!

A Garota da Capa Vermelha

Livro: A garota da Capa Vermelha | Autores: Sarah Blakley-Cartwright, David Leslie | Editora: iD

Suspeitas, mistérios e a chapeuzinho vermelho se entendendo com o lobo mau. Parece absurdo? Não para os autores de A Garota da Capa Vermelha. Esta versão do conto dos Irmãos Grimm é sobre muito, muito mais do que um lobo interessado em uma cesta de doces.

Valerie é uma estranha no ninho – literalmente. Aos sete anos fica cara a cara com a fera que assombra seu vilarejo toda lua cheia. Dez anos se passam, e  Valerie está prestes a se casar com o homem mais rico e desejado pelas garotas. Porém. tudo muda quando seu amigo de infância Peter – desaparecido por motivos mal esclarecidos até então – retorna e Valerie percebe que há muito mais que amizade entre ambos. As coisas só pioram quando a irmã de Valerie é morta pelo Lobo. Desta vez, ele quer mais. Fica claro que o Lobo é um deles, mas quem? Peter, ou a Avó? Poderia quer qualquer um. E Porque Valerie consegue conversar com o Lobo? Fica obvio que ambos são ligados. Teria seu desesperado desejo de liberdade relação com aquele encontro, sete anos atrás? O livro inteiro é uma narrativa bem escrita, que prende a atenção do leitor e traz um mistério atrás do outro. Como a narrativa é encerrada de forma abrupta, toda as perguntas serão respondidas com o lançamento do filme e com o lançamento do capítulo final neste site no dia 22.04. Neste mesmo site, encontra-se disponível o primeiro capítulo do livro, vale a pena ler.

Isabela | Reino das Fábulas

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